quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Tenho que começar a fazer dieta


Segundo a minha professora, como demasiadas vogais. E pronto. Esta é a piada seca do dia, baseada numa história real.



terça-feira, 8 de novembro de 2011

Fama e 5 semanas de sacrifício


A minha irmã Susana portou-se lindamente no programa da Júlia (isto é, nos momentos em que a Júlia a deixou falar) e é agora oficialmente a vedeta da família. O próximo passo? Uma aparição na Caras, só pode ser.

Nestes lados, o panorama é menos glamouroso. Comecei ontem a primeira parte do meu curso de "sueco como segunda língua", o que significa que, nos dias em que tenho aulas, saio de casa às 06:30 e volto às 22:00. O que vale é que, mal me sento no comboio - aliás, quando me sento em geral - as pálpebras começam a ficar pesadas e vou dormindo umas siestas. Enfim. Vão ser 5 semanas disto. Felizmente, o Natal vem em minha salvação, com umas semanas de interregno. No final do curso, e passado o exame, terei equivalência ao sueco da escola secundária, o que me dará acesso ao ensino superior e a outras aventuras. Mas isso fica para outros capítulos...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A não perder


Amanhã, dia 8 de Novembro, a minha irmã Susana vai dar uma entrevista no programa Querida Júlia, da SIC. No final de 2008, às 19 semanas de gravidez, foi-lhe diagnosticado um linfoma que, mais tarde, se revelou Linfoma de Hodgkin. Este é um tipo de cancro "comum" em pessoas jovens e que a minha irmã enfrentou com muita força e coragem. Não percam o seu testemunho amanhã, entre as 10 e as 11:30, na SIC. E já agora, não deixem de visitar o seu blogue, Hodgkin, logo existo.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Há três anos


Fez, no passado dia 27 de Outubro, três anos desde que vim viver para a Suécia. Aniversários destes fazem abrir as comportas da introspecção e tenho pensado, nos últimos dias, no quanto as coisas mudaram neste tempo - no quanto eu mudei. Ir viver para outro país é um grande passo no escuro e confesso que, aos 20 anos e acabada de chegar, não me passava ainda pela cabeça tudo o que essa mudança acarretaria. Tão pouco me interroguei acerca da duração da minha estadia. Não importava. Nessa altura, tudo era uma aventura e o mundo era um grande recreio a explorar. Ainda bem, porque senão a experiência teria sido muito mais assustadora.

Hoje, passado o terceiro aniversário da minha chegada, olho para trás. Olho para os caminhos, as veredas, as auto-estradas que me trouxeram até ao dia de hoje. Não vou mentir e dizer que foi uma viagem calma, planeada, perfeita. Houve solidão, angústia, saudades e muitas perguntas. Ainda hoje tenho momentos em que questiono a minha decisão, apesar de me encontrar num lugar da minha vida muito, muito melhor do que há três anos atrás. Aprendi a aceitar que é normal duvidar, sopesar, ponderar e ter momentos maus, dias maus. Aprendi que esses momentos são apenas... momentos.  São temporários. E passam, como nuvens escuras, nas vidas de todos, mesmo das pessoas mais fortes e daquelas que têm muito jeito para actuar e exibir a "perfeição" das suas vidas a quem quiser ver.

É um aniversário feliz e triste, mas mais feliz do que triste. Tenho, hoje em dia, mais coisas a agradecer do que a pedir.

É natural cometer erros, partir sem os ter compreendido é que torna inútil o sentido de uma vida. As coisas que nos acontecem nunca são definitivas, gratuitas, cada encontro, cada pequeno acontecimento tem um significado, a compreensão de nós mesmos nasce da disponibilidade em aceitá-los, da capacidade de mudar de direcção em qualquer momento (...) Se a vida é um percurso, é um percurso sempre a subir. Susanna Tamaro, em "Vai aonde te leva o coração"

Li o livro há vários anos e estas palavras ficaram-me na memória. E não é que são verdadeiras?


terça-feira, 1 de novembro de 2011

É (quase) Natal, É (quase) Natal, la la la la


Até parece mentira. Há 3 anos que não posso fazê-lo devido ao trabalho, mas agora já tenho os bilhetes compradinhos por uns módicos €260, com a Lufthansa. Quando digo módicos, nem é irónico, pois pagaria quase €400 com a Ryanair e o mesmo com a TAP. Pois é, vale a pena comparar. E cuidado com os motores de busca de viagens pois, apesar de serem super práticos, cobram comissão. Eu poupei quase €100 porque usei um desses para procurar os vôos (e encontrei efectivamente boas opções com várias companhias de aviação) mas fui directamente ao site da Lufthansa comprar os bilhetes.

E pronto, já me sinto natalícia.