quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Ainda vou a tempo de falar da polémica do Ronaldo?


No outro dia removi uma amizade do Facebook à custa deste assunto. Eu andava tranquila a ver o meu feed, que consiste maioritariamente em fotos e vídeos fofinhos de cães, gatos e animais variados. De repente deparo-me com um comentário de muito mau gosto em relação à alegada violação e à alegada vítima, feito por uma conhecida minha num link de uma notícia do sucedido.

Mesmo sabendo perfeitamente que ia ficar irritada, comecei a ler os outros comentários. Cada um pior do que o outro e, para minha tristeza, muitos deles da autoria de mulheres. Estamos a falar de tudo um pouco, desde insultos a ameaças variadas. Ou aquele grande clássico "Estava à espera de quê quando decidiu ir para a festa?". Como se a culpa fosse da vítima. Não é. Nunca foi. Nunca vai ser. Independentemente do que os analfabetos do Facebook digam.

Tudo isto são comentários relativos a uma pessoa que TALVEZ seja vítima de uma violação. Não sei se é. Tenho uma certeza - eu não estive lá para ver e por isso não sei o que se sucedeu. Nem eu, nem os analfabetos do Facebook. 

Outra coisa que sei é que o facto de já terem passado X anos não invalida certos factos. Eu conheço pessoas que foram abusadas sexualmente na infância e que ainda hoje mantêm segredo, com a excepção de algumas pessoas próximas. São pessoas que ainda hoje, passados 20 ou 30 anos, lidam com as consequências. Estas coisas são complexas e sei, em parte devido à minha profissão, que geram sentimentos de culpa enormes. Por isso o facto de as coisas só virem à superfície passado X anos não significa nada. Para uma pessoa que de facto foi violada/abusada, revelar o sucedido ou confrontar o responsável pode até ser um passo importante da recuperação.

Mas o que mais me chateia nisto tudo é que são comentários de mau gosto como estes que fazem com que muitas vítimas não se atrevam a contar a ninguém. 

Mas como é que esta história acabou, perguntam vocês? Eu também fiz um comentário à notícia. A minha conhecida veio pedir-me explicações no Messenger. Eu respondi-lhe. Removi a amizade. Fui jantar, com a tensão arterial ligeiramente elevada mas de consciência perfeitamente ligeira. 

sábado, 20 de outubro de 2018

Estrias durante a gravidez?


Sempre gostei muito de cosméticos e se acham que aproveitei a gravidez para testar produtos novos, têm toda a razão. Todas as noites hidrato a barriga e as restantes áreas mais propensas a estrias. Tenho usado estes amigos:


Da esquerda para a direita:

1. Creme anti-estrias da ISDIN. É óptimo! Tem um cheirinho bom mas neutro, absorve-se rapidamente, espalha-se lindamente e deixa a pele suave. 

2. Creme anti-estrias da Mustela. Não gostei. Não se absorve bem por mais que massaje e por isso não tenho paciência para o usar.

3. Óleo anti-estrias da marca branca da Rossmann. A Rossmann é uma marca Alemã, se não me engano, e eu comprei este menino durante a nossa roadtrip. Foi baratíssimo, penso que custou 2,5 €, mas gosto imenso dele! Cheira bem, absorve-se bem, espalha-se bem. Adoro usá-lo. É um dos meus favoritos. 

4. Bio-Oil. Quase dispensa apresentações. É levezinho e absorve-se bem, não é à toa que é tão popular.

5. Óleo anti-estrias da Mustela. Ao contrário do creme da mesma marca, é bom! É de fácil absorção e deixa a pele hidratada.

Até agora ainda não "ganhei" estrias novas, para além das que já tinha desde a adolescência. Não sei se será dos cremes e óleos, se será dos genes (dizem que é tudo genético), ou se ainda é cedo para  falar (tenho todo um trimestre pela frente) mas pelo sim pelo não as massagens diárias irão continuar. No pior dos casos a minha menina nasce já mimada de tanta festinha na barriga ;)

P.S.: Vale a pena acrescentar que ambos os produtos da Mustela podem ser usados pós-parto e são compatíveis com a amamentação.