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sábado, 24 de agosto de 2013

Hello London!




Um spam de fotografias por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!

Apesar de não ter podido ir tomar chá com a minha amiga Kate, que andava ocupada com o baby George, nem finalmente conhecer a Bahzinha, tentei aproveitar os meus dois curtos dias em Londres ao máximo. Já conhecia o Museu de Cera, o Museu de História Natural e a Legoland. Nesta mini-viagem, decidi continuar a explorar os clássicos que Londres tem para oferecer e por isso fomos ao Palácio de Kensington e ao Palácio de Buckingham. Em Buckingham fizemos uma visita-áudio guiada que reservámos de antemão na internet. Fazer esta reserva foi das melhores decisões que tomámos pois não tivemos que ficar horas em fila e além disso a visita está muito bem organizada. Não foi possível tirar fotos dentro do palácio mas ele é lindíssimo e adorava voltar lá. Em Kensington, usámos uns vouchers que ganhámos na compra dos nossos bilhetes Stansted Express (comboio que vai do aeroporto de Stansted a Londres) e com os quais pagámos metade do preço. Arrependi-me um bocadinho de ir a Kensington. Achei a zona de visitas muito mal organizada e a maioria das exposições bastante vaga e desinteressante. O ponto alto da visita foi uma exposição de vestidos usados pela Rainha, pela sua irmã Princesa Margaret e pela Princesa Diana. Além disso, o parque que rodeia o palácio é bastante bonito. 

Durante os nossos passeios pela cidade, vi pastéis de nata em 3 (três!) cafés e Sagres num restaurante. A recepcionista do nosso hotel era portuguesa. E, de volta ao aeroporto, fui tomar café e fui atendida por uma funcionária bastante antipática também portuguesa. É interessante comparar com a Suécia, onde quase entrei em choque nervoso ao encontrar portuguesas no metro quase dois anos e meio depois de vir viver para cá. (Vivem mais pessoas em Londres do que em toda a Suécia, o que explica muita coisa). Outra coisa miraculosa é que no Starbucks escreveram o meu nome direitinho no meu copo de café. Pela primeiríssima vez não fui "Johanna" nem "Joanna"! E por fim, andei feliz como um passarinho a falar inglês, língua que adoro e na qual me consigo exprimir sem a ansiedade que me ataca quando falo sueco.